Nossa História de Amor (parte 1)

Se vocês estão aqui, provavelmente já conhecem a gente, então acho que não precisamos desta seção, né? Mas precisa sim, porque somos chatos (na verdade, só o Ton é) e vocês vão ouvir ler a gente contar toda a nossa história! Preparem-se para quatro horas de leitura maçante e desimportante - mas repleta de romantismo e magia.

Capítulo 1 de 365: 
"Uma história de amor, de aventura e de magia..."
- Toquinho, Sandy & Junior

[TON:] Eu sempre gostei dela, né? Ela que não me dava bola, mas aí eu fui lá, com toda autoestima, e chamei ela pra sair, e ela se derreteu todinha na minha lábia...

[MARI:] Foi exatamente assim que aconteceu, people. Relato super fiel à realidade. Hiper. Mega. É verdade mesmo. Juro... (◔_◔)

[TON:] (em off) Valeu, Montanha, já pode parar de rasgar os livros dela.

[TON:] Tá, não foi exatamente assim. Foi mais uma coisa mais Mario, sabe? Você já tem dificuldade de passar pelo castelo, e ainda chega no final e vem aquele Cogumelo safado dizer que sua princesa está em outro castelo...

"Como assim outro castelo?"

Capítulo 2 de 365: 

"Foi numa festa, gelo e cuba libre..."

- Roupa Nova

A gente se conheceu na Igreja. Tínhamos 13 anos, eu era do EAC (Encontro de Adolescentes com Cristo) e um dia ela começou a frequentar as reuniões. No começo, a gente não tinha muito contato, ela nem me convidou pra festa dela de 15 anos dela... (não aceito isso!) Acho que a primeira vez em que eu senti que gostava dela de maneira mais especial foi com 15 anos, nos ensaios do auto musical da Paixão de Cristo da Paróquia, em 2007.

[MARI:] O Wellington basicamente era um Sheldon Cooper brasileiro que tinha na cabeça a tabela periódica - com direito a número atômico de cada elemento - e também tinha a Bíblia inteira decorada. Eu odeio perpetuar estereótipos, mas... Ele era... Diferente? A ideia dele de romance: um dia, durante ensaios, estávamos deitados no chão. Eis que ele lança a melhor cantada da história da humanidade:
- Vou rolar em cima de você.
Com que alarmante desespero não percebi que ele realmente estava rolando em minha direção!


Fugi. Sim. Não me envergonho não. Ele que tem que se envergonhar de achar que isso era cantada...

[TON:] Não era uma cantada! Era... era... sei lá o que era. Eu não sabia como falar com ela que estava a fim dela; ela tinha acabado um namoro recentemente, não sabia se era uma boa hora, e mesmo se fosse, não tinha ideia de como chegar nela. Aí eu fiz essa cena patética, né? Mais por desespero. Acabou que, alguns meses depois, ela já estava com outro cara, e eu fiquei me lamentando. Aí fiz o que eu podia ter feito muito antes: falei com alguns amigos em comum que tinha estado a fim dela. Ela acabou ficou sabendo, mas já estava em outra.

[MARI:] Também não ia adiantar de nada, ele estava indo pra Manaus com a família...

[TON:] Olha aí o príncipe indo pra outro castelo...


CONTINUA...

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