Brincadeira de criança: o bebê fujão e a prima da princesa



-- Por Mari e Ton

Quarta foi o dia das crianças, quando produzimos essas duas obras de arte acima.
Aproveitamos o feriado para fazer a trilha do morro da Urca e, na descida, indo almoçar no Rio Sul, descobrimos o Museu de Ciências da Terra.
Mari, a louca dos dinossauros e das pedras, quase surtou lá dentro, com muitos dinossauros e muitas pedras. (essa foi a pior frase já escrita na história da humanidade, mas relevem).
O Ton aguentou tudo bravamente e até se interessou bastante. Ele é meio doidinho também.

Na saída, encontraram um quadro para as pessoas desenharem seus dinossauros, e basta olhar a foto para perceber que teacher e advogado tem zero dons artísticos. Mas já foi o suficiente para engatarmos no post desta sexta: histórias da infância.


História 1: A prima da princesa

A Mari sempre teve uma amiga de infância bastante próxima, de quase todo dia: a prima dela.

A Mari e a Patrícia se viam praticamente todos os dias, porque a mãe e a tia da Mari trabalhavam no mesmo lugar, aí a Patricia ia pra casa da Mari e a vó da Mari tomava conta das duas.

Como se pode esperar (ou não), brigas eram muito frequentes, e elas - pardon meu francês - caíam na porrada muitas vezes.

Até que um dia, sabe-se lá qual era a idade delas, as duas bonitas estavam falando sobre aniversários.
A Patricia, nascida 06/01, disse: "eu nasci no dia de reis porque eu sou uma princesa, você não".

Olha...

Que criancinha insuportável!

A Mari, que pegava (e ainda pega) pilha MUITO fácil, partiu pra cima dela, foi a pior porradaria da história, a vó da Mari não viu nada e as mães só foram saber dessa história este ano!

Agora, vamos justificar a situação: a Mari não era uma criança violenta, mas ela AMAVA assistir Mulan e Hércules e tanto Mulan quanto Mégara eram personagens que lutavam... Aí já viram, né?

Mas, vamos combinar, justificadíssima a reação violenta. Quem se contenta em ser penas a prima da princesa??? Duvido que a Kate Middleton não apanharia da prima mais velha dela caso falasse uma gracinha dessas...

Percebam duas coisas: a Mari tinha cara de psicopata e a Patrícia achou que podia rir na cara do perigo! Podem ver que ela tem cara de praticadora de bullying hahahah
História 2: o bebê fujão

Quando o Ton tinha alguns meses, ele morava em Belém numa vila de casas do pessoal da Marinha. Aí, numa bela tarde, estava ele em casa e a mãe dele tinha recebido a visita de uma amiga que veio paparicar o bebê.

Pois bem, a amiga se despediu e a mãe do Ton foi tomar banho. Aí o Ton, já todo independente, resolveu escalar o sofá, pulou a janela da casa, caiu no arbusto do lado de fora e saiu engatinhando pela vila atrás da amiga da mãe dele.

A amiga olha pra trás, vê aquele ser foforrucho e pensa "o que você tá fazendo aqui fora?", mas não pensa que a mãe dele não sabia da peripécia. Então, inocentemente, decide dar um passeio com o moleque e levá-lo pra tomar sorvete.

Mais tarde, a mãe do Ton já estava morrendo de desespero: "Oh meu Deus, sequestraram meu bebê!" 😭😭😭 Até que, neste momento, chega a amiga com o Ton, como se nada tivesse acontecido... 😂😂😂

E o moleque levado só saboreando o sorvete hahaha

Com o boné da malandrági

Enfim, nem parece que essas crianças levadas cresceram tanto e já vão casar... E vocês ainda são parte disso! Alguns até acompanharam essa infância!

Mais alguns anos e vão ser os herdeiros... MiniMari e MiniTon pra enlouquecer o casal!

Mas daqui a alguns anoS, ok? Alô tias e outros parentes que adoram perguntar sobre filhos, segurem seus forninhos! hahaha

0 comentários:

Postar um comentário