Os Nossos Padrinhos, Pt. 3.1

Sumimos?
Sim, sumimos! (tá virando padrão começar o post com esse mea culpa)

A correria começou, já vem aquele desespero para fechar as últimas coisas do casamento, organizar chá de panela...
Pensem no caos! Mas percebam que estamos de layout novo, 80% configurado, os outros 20% só quando sobrar mais tempo hahahaha

Temos diversos posts em atraso no blog.
Mas JAMAIS poderíamos deixar de fazer este, homenageando nossos queridos padrinhos.

Temos 12 casais de padrinhos, ou seja, 24 pessoas. 
Nossa! Tudo isso? Sim, tudo isso!

- Ah, mas vocês estão fazendo isso pra fingir que têm muitos amigos, pra aparecer!
Não. Na verdade tentamos, diversas vezes, diminuir a lista e deixar apenas 10 casais, mas n conseguimos.

- Ah, então devem estar fazendo isso só pra ganhar presente, porque padrinho tem que dar presentes caros. Interesseiros!
Temos padrinhos desempregados, temos padrinhos que já avisaram que não vão poder dar presente. Eles continuam sendo padrinhos.

- Ué, então qual foi o critério de vocês?
Escolhemos pessoas que amamos. Pessoas que estiveram presente no início do nosso relacionamento. Pessoas que se tornaram importantes ao longo do caminho. Pessoas com as quais sempre quisemos mais proximidade e encontramos no casamento uma forma de demonstrar o quanto estimamos todos os que foram escolhidos.

Preparem-se para o desfile de padrinhos. Pega uma água, uma pipoquinha. O post vai ser longo, tão longo que o dividiremos em 3.
Neste primeiro a Mari vai falar de todas as meninas que serão madrinhas sozinhas (pq se convidássemos os digníssimos de cada uma seria meia hora de procissão de padrinhos) e de um casal. Na quarta (tenho até medo de prometer datas) o Ton falará dos meninos que estão sozinhos e de um casal. Por fim, sexta falaremos de 4 casais e encerraremos a apresentação de nossos padrinhos.

Milena e Patrícia
A mãe da Mari está na foto também, mas é ótimo pra lembrar a todos que ninguém aqui é normal hahahah

Essas são as madrinhas da família da Mari. O Ton tem dois irmãos, pode-se dizer que a Mari também. 

Bem antes da Milena nascer a Patricia, apesar de prima, era a irmã mais nova que roubava as comidas da Mari, perturbava, irritava e apanhava pra ela. Eram dois pãezinhos de queijo rolando pela sala!

A Milena nasceu quando a Mari já tinha uns sete anos e sabe-se lá como sempre foi a pessoa de mais personalidade da casa (leia-se: chata!).


A relação aqui é de família - e família próxima, mesmo que muitas vezes não seja fisicamente. A Patrícia sempre riu do jeito que a Mari andava a cavalo e implicava horrores porque ela tinha pavor de ir tocar o gado de um pasto para o outro, enquanto Patrícia ia toda confiante, vibes amazona mesmo.



Por outro lado, Milena era a criança nojentinha que chorava quando botava o pé na areia da praia, porque a areia estava "sujando" ela. Milena foi a criança doida que conseguiu cair de um pônei, que quebrou o queixo pulando da cama e que abriu todas as gavetas de uma cômoda até a cômoda despencar em cima dela.

São tantas lembranças de infância que não teria como deixar elas de fora desse marco. 

Até porque, a maior apoiadora do casamento é a Milena, já que vai ficar com o quarto só pra ela!

Coincidentemente, as duas malas serão futuras médicas. Dona Patrícia nunca vai a evento nenhum porque é estudante de medicina da UFF e, como tal, tem pouco tempo para viver. Ainda estamos na dúvida se ela vai ao casamento hahahah. Milena é vestibulanda de medicina e, como tal, enlouquece a cabeça de todo mundo falando o tempo todo de média, de nota, de matéria, pedindo pra corrigir redação no meio da madrugada...
Finalizando com essa coisa retardada porque se n for pra fazer passar vergonha eu nem faço post!


Tathiana 

A história da Mari com a Tathi é até bem engraçada. Se a Patrícia foi a irmã mais nova antes de existir a irmã mais nova, a Tathi foi a irmã mais velha.

No dia que a Tathi se mudou para a vila da Mari, já corria um boato de que chegaria uma criança nova e todos estavam empolgados.
Eis que, pela primeira vez, entra aquele carro estranho e para em frente à casa que estava vazia. O vidro traseiro está aberto. Mariana enxerga uma criança.


Mariana - pequena psicopata - Corre e se joga pela janela, gritando: MENINA NOVA!


Até hoje não sabemos porque a menina nova não fez o pai dar meia volta e nunca mais voltar.

Das lembranças muitas envolvem brincadeiras de faz de conta. Outras tantas envolvem duas branquelas indo à praia e voltando na mala da "banheira", apelido carinho de um carro que o pai da Mari tinha.
Estávamos juntas no primeiro namorado uma da outra. Foi a Tathi a responsável por levar a Mari pra Igreja, em especialmente pra Paróquia Sagrados Corações, onde Mari e Ton se conheceram.


Pensando por esse lado, a Tathi foi a maior responsável por nossa união.


A Tathi só irrita a Mari quando começa a falar com o Ton e eles deixam de ser a Tathi e o Ton e viram apenas advogados...
Percebam que todas as fotos são da fase mais adulta. Isso ocorre porque as fotos da infância são ruins para a Mari, não para a Tathi. Logo, isso tira toda e qualquer graça que o post poderia ter, porque a graça é postar foto ruim DO OUTROS.


Janaina


Talvez a Janaina seja a madrinha com menos fotos - e isso ocorre porque a Mari tem medo dela.

As duas se conheceram na faculdade. Janaina estava na segunda fase de seu projeto de ser caloura eternamente. Mariana era apenas caloura. As fotos dessa época são do tipo que Janaina mataria para não ter postadas, por isso a única antiga que tem aqui a Mari está mais esquisita do que a Jana, por medo RESPEITO.



A Janaina é chata, é fresca, é cheia de palhaçadinhas e só Deus sabe como essa amizade conseguiu vingar depois que ela desistiu do latim e foi ser caloura de jornalismo.


O fato é que deu certo, mesmo a gente se vendo apenas em almoços bimestrais no plaza. Ela soube que ia ser madrinha mesmo antes do noivado. E sim, mundo, ela chorou. Ela não vai admitir, mas ela chorou.


A Jana é do tipo amiga pra toda hora, que vai comprar comida ou presente pro boy ou artigos para casa ou cadernos e agendas ou lingerie ou sapatos ou roupas ou vai só andar no shopping.

Não queria que ela lesse isso não, mas ao lado da definição de companheirismo no dicionário deve ter a foto dessa mulher. Pra não ficar muito meloso, vamos a um detalhe muito importante: Janaina gosta de pagar de rica e fina, mas é mais barraqueira que a Tati Quebra Barraco.

Ok, só uma foto esquisitinha, vai.



Bruna





A Bruna e a Mari foram colegas de escola. Colegas de cursinho. Só não de faculdade porque é a sina da Mari viver cercada por advogados e a Bruna foi cursar direito.


A bruna é um dia mais nova que a Mari, o que gerou um quinquilhão de piadas internas idiotas, do tipo:



M: Nossa, to cheia de dor nas costas
B: É porque você tá velha.
M: Ri não, amanhã você vai estar assim.

ha ha ha.

É fato conhecido por todos que a Mari é MUITO mais alta que a Bruna, e lembrem-se sempre que a Mari é a noiva, logo, ela tem sempre razão.

A Bru também é do tipo amiga pra toda hora, da escola pra vida. Pessoalmente é uma pessoa complicada, isso porque ela raramente está pessoalmente nos eventos hahaha. 


Mas por whatsapp é fato que - assim que possível - ela te responde. A disponibilidade dela já está sendo treinada pra quando ela for presidente do Brasil, assim os amigos não vão poder reclamar que ela sumiu do nada, porque ela já era sumida antes.


Sobre as fotos... A Mari escolheu maneirar pra não se comprometer.
Pausa para essa maravilhosa edição a nível de Fotolog


Andrea

Foto maravilhosa da nossa formatura do CPC, aquela fotinho vergonhosa pra entrar no padrão




A Andrea é um dos casos mais interessantes dessa nossa lista. Ela e a Mari cresceram juntas, estudaram juntas por alguns anos.


Essa é uma daquelas amizades que vive períodos mais separados, mais de seca, mas que quando reaviva tudo volta a ser como antes.

Foi numa dessas que ela ganhou o posto de madrinha - muito merecidamente.

Na época do rolo inicial da Mari e do Ton a Mari fazia o CPC com Andrea, então elas se viam todo sábado de manhã e era ela a principal conselheira e, diga-se de passagem, a maior líder de torcida que esse relacionamento já teve.

Andrea deve ser a mais tímida das madrinhas, mas é uma das que dá ótimos conselhos, em especial com relação à espiritualidade.

Estamos todas trabalhando num processo para fazer a Andrea parar de enrolar o namorado Laert e casar logo, mas por enquanto não tivemos muito sucesso.
Foto curinga pra já aproveitar e introduzir a próxima madrinha



Sarah e Diego

Ainda na vibe de manter o gancho com a madrinha de cima




A Sarah é outra das amigas de infância da Mari. Iam juntas para a escola e todos achavam que eram irmãs. Já viajaram juntas e já viveram muitas coisas juntas, inclusive, tiveram o primeiro namoro mais ou menos na mesma época.

Sarah é migüinha, é companheira de livros, responsável por diversas crises de riso, daquelas de rir até a barriga doer e então rir da risada da outra e não conseguir parar. Também é ela a responsável por dar altos sustos óbvios que só uma pessoa distraída como a Mari conseguiria se assustar daquelas formas.

Até que surgiu o Diego, um cara implicante pra caramba que, pra piorar, faz aniversário no mesmo dia da Mari e MORRE de ciúmes porque obviamente a Sarah tem mais amor pela Mari do que por ele. A Sarah só casou com ele por fatores biológicos, um tal de cromossomo Y que ele tem e a Mari não.

Se bem que com o avanço da medicina...



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